...
Uma mosca sem valor,
Pousa com a mesma alegria,
Na careca de um doutor,
Como em qualquer porcaria.
Sei que pareço um ladrão,
Mas há muitos que eu conheço,
Que não sendo o que eu sou,
São aquilo que eu pareço.
Há pessoas muito altas
De nome ilustrado e sério,
Porque o oiro tapa as faltas
Da moral e do critério.
(António Aleixo)
Há muito tempo atrás, António criou este poema de improviso e recitou-o aos presidentes da Câmara de Loulé e de Faro que, ignoraram o poeta pelo seu descuidado e simples aspecto exterior.....
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4 comentários:
Não comentava os quadros porque nunca me passaria pela cabeça que tivesses sido tu a fazê-los.
Giros.
De qualquer forma, olhando para o primeiro, vê-se que tem as tuas cores: preto e vermelho. :)
É giro pintar, não é? Eu gosto mais de pintar do que depois ver o resultado final. Dá uma calma e um relaxamento... Eu adoro mexer nas cores.
Bjs
O deixar-se levar pelas aparências é um mau príncipio. Neste caso, a suposta má aparência escondia um brilhante poeta.
Há que saber ler nas entrelinhas.
Beijinhos e boas Férias
Com muito orgulho, me apresento neste humilde mas interessantissimo blog.
Um pintora com futuro, e maravilhosamente talentosa.
Um big beijo..de mim para ti
obrigada por tudo..
bjs
Anónima, bigada pelo comentário e....bem vinda ao meu espaço.
Espero-te mais vezes
Jinhos
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