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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Dificuldades




Como é dificil encontrar pessoas que sejam realmente profissionais. Eu sei que sou esquisita e desconfiada, mas há alturas em que devia duvidar ainda mais do desconhecido.

Num curto espaço de tempo, fui ao cabeleireiro duas vezes. Além de ser chique, há que mudar de visual de vez enquando, quanto mais não seja para parecer mais nova e bela. Ainda mais do que já sou. Podem-me chamar convencida, mas na realidade sou vaidosa, sempre fui. Admito. Que se há-de fazer!

Voltando ao cabelo que é o assunto do dia. Antes do Natal decidi ir ao cabeleireiro recomendado por uma pessoa amiga, saí de lá a pensar que não regressaria. Como não amei o corte, decidi, agora, retocar o corte e fui a um sítio que é caro por natureza. Quando lá cheguei, estava apenas um "rapazito" brazuca (nunca gostei muitos deles, não percebo como ainda acredito no Pai Natal!!!!!). Lá perguntei se tinham vaga e se cortava cabelos femininos. Claro que o rapazito acabou por dizer que sim. Duvidei, mas acabei por dizer que cortaria apenas um pouco. Apetecia cortar o cabelo naquele momento e não no dia seguinte. Feitios......
Começou pela lavagem que mais parecia uma nave espacial a fazer tangentes. Tangentes sim, porque quase não sentia as suas mãos na minha cabeça. Depois lá começou a cortar, a sorte foi que não permiti que cortasse à `FRENTE´ sorte a minha.... Resultado, daqui a pouco terei de voltar a um outro cabeleireiro. Mais um salão riscado da minha vida. Acho que vou sugerir um curso daqueles do CEF para que comecarem a existir cabeleireiros compententes e profissionais que não queiram apenas ganhar uns trocos por falta de competência para fazer algo diferente e mais útil. Se os meus possíveis leitores conhecerem algum ou alguma que saiba cortar cabelos digam.... Ainda dizem que a minha vida não é um degredo!!!!!
AAIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!

1 comentário:

Teresa Rodrigues / Susana Rodrigues disse...

eu gosto da minha cabeleireira. Podes experimentar. Fica atrás da clinica da avenida em Faro.
Chama-se Carla, e não leva caro.